
Os meus terceiros Charneca trazem uma ligeira alteração pois percebi que a correia sem as guias que agora coloquei subiam demasiado para cima dos tornozelos o que obviamente se tornava desconfortável.
Devo dizer que o trabalho de transposição(escalonar) deste modelo de um nº pequeno para um nº de adulto foi muito mais difícil do que aquilo que eu estava à espera.
Escalonar é no fundo a arte de pegar num determinado modelo e criar os moldes (sem destruir as suas proporções e equilíbrios) para todos os números que se pretendem por ex: do 18/45 do 35/48.
Um Abraço Para a A que pacientemente esperou quase 10 meses pelos seus Machado.
05 Dezembro 2009
da difícil arte de escalonar...
17 Novembro 2009
Le (málom) pour monsieur La Fontaine...a 3 tempos...

Mais uma vez tive a oportunidade de trabalhar para cena e de novo para a companhia Lua Cheia
que à poucos dias estreou a sua ultima produção (O Senhor La Fontaine em Lisboa) em cena no Museu da Marioneta até ao dia 6 de Dezembro, os que poderem não deixem de por lá passar.
Programaticamente seria uma mala grande 35cmx50cmx70cm com um sistema de abertura a fazer lembrar as velhas clássicas malas de médico com uma entrada escondida para oculta manipulação.
Como não podia deixar de ser foi um enorme desafio pois sobretudo a nível da abertura não tinha qualquer referencia e a solução passou mesmo por criar primeiro um protótipo para teste e só depois arrancar para o produto final que modéstia à parte resultou bastante bem.
A toda a companhia Lua Cheia um grande Abraço.
16 Novembro 2009
a fake polaroid
11 Novembro 2009
quem se mete por atilhos aranja sarilhos...

Com a subida da bota perna acima sobe também o numero de atilhos a apertar/desapertar o que neste caso se tornou uma tarefa bastante difícil sobretudo a nível do tempo despendido, tudo se resolveu graças ao bom senso da AM que muito cordialmente me pediu uns simples atacadores e resolveu a situação.
Obviamente não gosto que estas situações aconteçam mas a verdade é que se alguma já aprendi é que a viagem se faz caminhando e portanto às vezes as opções nem sempre são as melhores mas esse é o risco que corro diariamente e felizmente penso que tenho tido a sorte de os meus clientes perceberem o (risco) subjacente aos Machado e ariscarem comigo a todos eles o meu muito obrigado...
09 Novembro 2009
respigando...
Ovelha Negra

Porque a Ovelha é Negra mas boa a Amiga, não podia deixar aqui de convidar todos os interessados em dar fio às agulhas e não só, a passarem no Porto (próximo do TECA) na rua da Conceição nº 100 e visitarem a Ovelha no seu habitat natural e descobrirem os muitos fios (agulhas,bolsas, revistas,livros,peças de autor, workshops etc) que ali se cruzam...
Para a Jo e o Mauri um grande abraço.
02 Novembro 2009
just a Big Bag...

Este é o meu primeiro BigBag, pensado como um saco multiusos XXL para toda a obra... e família.
É simples não tem qualquer fecho a não ser a própria forma como cai e dá um jeitaço sobretudo para ir às compras...
Dimensões:45cm x 75cm
Tem a curiosidade de ter sido a primeira criação na nova bunkerofícina Machado.
28 Outubro 2009
Pé atlântico...

Depois de uma mudança difícil cá estou de volta (agora mesmo muito perto do mar) pronto para continuar a machadoviagem...
Por enquanto o projecto Machado vai ter que continuar cá por casa esperando por melhores ventos... e por um porto onde sinta possível continuar a crescer...
No entanto depois de andar às voltas já a algum tempo na definição de uma estratégia de rumo para a marca Machado, o meu principal objectivo neste momento é o de continuar a desenvolver um trabalho cada vez mais baseado na exclusividade, alicerçado grandemente no saber tradicional deste ofício mas como é óbvio não descurando a utilização de novos e insuspeitos materiais e técnicas.
Por ésta razão decidi terminar de aceitar encomendas e concentrar mais energia na criação de peças e modelos únicas a vender (em principio através da plataforma de vendas on-line etsy.com), claro que todas as encomendas e (felizmente são bastantes) que estão acertadas vão ser executadas.
As encomendas ficam agora reservadas apenas para o teatro e se possível (cinema).
Aqui ficam mais alguns trabalhos passados.
Começo por estas botas furadas que fiz para mim já no final do verão
e que gosto particularmente, foram feitos a partir deste pormenor do quadro «O viajante»de Hieronymus Bosch.
Claro que já ouvi a boca «é pá, olha ali os (croKus) medievais daquele gajo...»
Aqui por baixo ficam também estas sandálias da C que também já só fizeram a ponta final do verão.
Voltarei a este modelo assim que poder para melhorar alguns aspectos sobretudo a nível da palmilha; a solução milhentas vezes usada de ter uma só correia que faz todo o percurso agrada-me bastante.
04 Setembro 2009
A caminho de Vila do Conde...
12 Agosto 2009
Arrebenta 66
ainda umas proto Machado...

Aqui fica o registo destas proto Machado que já tenho a cinco anos, cujo modelo é um já um clássico.
Ainda não foi este ano que me consegui separar delas apesar de ter que lhes colocar uma correia nova, bem como umas solas para continuar a viagem.
Apesar de não estar visível elas tem a particularidade de terem uma cunha muito acentuada criando na zona de acento do pé uma base bem larga (tipo porta aviões).
07 Agosto 2009
Medieval Shoes




Apesar de não estar presente na edição deste ano da viagem medieval de Santa Maria da Feira, que termina já no próximo domingo, tive mais uma vez a possibilidade de trabalhar para a companhia Teatro e Marionetas de Mandrádora na confecção de calçado medieval para dois distintos projectos que esta companhia ali está a desenvolver ("Entre Lugares" - no recinto da feira e "Os Dias da Viagem" no castelo).
Aos Mandrádora o meu obrigado por mais uma vez me darem a possibilidade e a liberdade de andar a desenterrar mais alguns modelos...
21 Julho 2009
de visita...

A já alguns dias fomos passar umas horas a Coimbra, mais concretamente ao Portugal dos Pequeninos, não tenho nenhuma duvida que a C se divertiu imenso, mas não deixo de sentir que este parque lúdico-pedagógico assim como está já não faz nenhum sentido, Claramente parou no tempo...e definha...
13 Julho 2009
Matriz...
Chegou finalmente à dias a minha 1º colecção de formas, até agora tinha de ser eu a preparar/reconstruir as formas com a minha forma, agora finalmente dei mais um paço em frente...vão do nº 17 .....ao..... 47.
Salto no escuro...

Cá estão as botas que fiz para o manequim que vai estar exposto no Museu do ar Polo de Sintra a representar João Torto naquilo que ficou para a historia como a 1º tentativa de voo em Portugal (20 de Junho de 1540) ousadia que custou a própria vida a este aventureiro .
Podemos é claro pensar que estamos perante mais de um louco que de um lúcido, mas numa época em que o calculismo do parafuso impera, retenho este salto no escuro como metáfora para continuar a pensar que as vezes é mesmo necessário ousar pisar o risco do desconhecido em qualquer que seja a área...saltar, cair, voltar a saltar, voltar a cair, cair melhor...
24 Junho 2009
Charneca

Depois de algum tempo fora e já com muito trabalho em atraso, cá estou de volta e já com saudades da oficina.
Estes sapatos são para a minha filha C e para alem de uma pele fantástica tem a particularidade de serem construídos quase na totalidade a partir de uma única peça, o que remete para um dos primeiros e mais primitivos métodos construtivos do calçado.
A este modelo vou chamar CHARNECA, numa alusão a um dos locais onde a minha mãe lavava a roupa no verão e que significava para nós filhos tardes de magnificas aventuras, o local consistia numa nascente de agua, coberta por uma enorme pedra ladeada de inúmera vegetação e com uma frescura muito particular.
Tive curiosidade em ver no dicionário o significado exacto de Charneca e qual não foi o meu espanto quando descobri que o significado no dicionário da Porto Editora é «terreno inculto e árido onde há apenas vegetação rasteira» como havia ali alguma coisa que não batia certo fiz mais algumas buscas internetianas e descobri através da Wikipédia que no Brasil charneca significa o oposto ou seja zonas mais pantanosas como por exemplo um banhado «local húmido, com certa quantidade de água existente em zonas rurais.»
Gosto agora de pensar que tenha sido um qualquer (Brasileiro de Torna - viagem) que por ali tenha passado e dado aquele nome ao local virando do avesso um desértico significado...plasticidades linguísticas....blá blá blá....
04 Maio 2009
Suspensos...
Aqui ficam suspensos os últimos Machado que fiz já no final de Março. Quanto ao próximo trabalho o Nº 200 posso dizer que são para um manequim para o Museu do AR que representa a figura de João Torto que em 20 de Junho de 1540 tentou voar lançando-se de asas do cimo da sé de Viseu a historia para ele não acabou nada bem (descubram vocês) mas para mim o que gosto deste episódio é a tentativa de voo seja de que maneira for...
California Dreams

Estes Machado já caminham pela Califórnia, demoraram mais um pouco a fazer do que o tempo que tinha previsto mas definitivamente há certos trabalhos dadas as suas especificidades que não podem ser feitos de acordo com a agenda mas sim por uma predisposição físico/mental que sem a qual não vale a pena nem começar...
perna acima...

Andei imenso tempo as voltas com estas botas, na verdade elas são apenas a continuação (perna acima) de outras Machado, o problema que se colocava era fazer subir o cano e continuar a trabalhar com um molde único e isso é mesmo muito difícil, um molde único deste tamanho a quando do corte da pele provoca um desperdício completamente indesejável.
A ideia no entanto é continuar a tentar mas repartir o molde.
Para a C um beijo sem herpes e a promessa que os atacadores prometidos não estão esquecidos...
fora de portas...

A mais de um mês por razões de força maior que estou afastado da minha oficina e por mais um vou continuar. Assim só agora publico os últimos trabalhos que datam já de Março.
Deste Abril (possivel) que passou não haverá Machados a publicar pois apenas tive a oportunidade de fazer uns tantos esboços/ideias para desenvolver ou esquecer mais tarde...logo se verá...
27 Março 2009
rugas...
do valor...
Estas botas foram vendidas metade por livros metade por dinheiro, adorei a troca e penso que ninguém saiu a perder.
Vem isto a propósito de uma situação que sempre me tem acompanhado desde que comecei esta aventura que se prende com o real valor dos Machado.
A pouco tempo recebi um email onde alguém me dizia dando-me os parabéns pelo trabalho que de facto o preço dos mesmos é que era um pouco elevado dada a conjuntura etc etc...
Claro que fiquei a matutar naquilo e a pensar que se aquela pessoa provavelmente soube-se o tempo e a dedicação que é necessária para fazer uns Machado não vinha dizer que eram caros mas sim que eu era louco.
Na verdade os preços dos Machado tem vindo pouco a pouco a subir e assim vai continuar a acontecer até atingirem o valor que para mim é o justo.
Não quero com isto dizer que estou a ter prejuízo não é disso que se trata, o que acontece é que a estratégia que defini para começar esta aventura, passa por uma subida progressiva dos preços à medida que a procura aumenta e os Machado se credibilizam e se afirmam.
Vermelho indefinido

Para estas botas utilizei uma pele que já andava a guardar à algum tempo, pois só dava para um par e não podia grande.
Por vezes acontece ter vontade de ir colocando algumas peles de lado sempre com a sensação que ficam ali para uma peça especial.
O que mais gostava nesta pele para alem de ser muito maleável era a sua cor indefinidamente vermelha...
Para contrapor ao facto de ser muito maleável utilizei um forro mais grosso e o resultado na minha opinião resultou bem.
11 Março 2009
Patachata revisitada...
10 Março 2009
Abril águas mil...
22 Fevereiro 2009
the FOB...

Este par de sandálias que já fiz no ano passado foi a minha 1º tentativa para um pedido dos The Fabulous Orthopedic ballets (colectivo conceptual internacional) para a intervenção cénica com o nome de código: Hermes 09 príncipe da eloquência e Deus dos que de noite se orientam.
No entanto ainda não estou satisfeito, e como ainda tenho uns meses para concluir este trabalho vou fazer mais algumas experiências, em especial fazendo subir o modelo mais um pouco.
Brincar, Sempre!!!

Não posso dizer que sou grande fã do Carnaval, penso que herdei isso dos meus pais, há no entanto uma coisa desta quadra que recordo com muito gosto da minha infância e que penso ser ainda hoje a razão porque gosto tanto de chapéus.
Adorava quando o meu pai me construía chapéus em cartolina apenas com o recurso a um compasso,uma faca (de sapateiro) e cola, mais do que o chapéu, era estar ali ao pé dele a ver a peça (para eu brincar) nascer das suas mãos.
Não sei se foi com isto na cabeça ou não que já há três anos construi para a C usar no Carnaval este chapéuárvore que ela de vez em quando ainda usa nas suas teatrices...
Orla...

Orla é a linha que separa o mar da terra.
Orlar aprendi com o meu pai, é também uma forma de acabamento nos topos dos sapatos.
A partir da ideia de linha circular voltei a pegar no modelo nº 114 e redesenhar de novo.
Um abraço à T que teve a ousadia de aceitar o desafio de ser a 1º a calçar este novo modelo, é muito bom ter clientes que aceitam pisar o risco, do dado adquirido...
Egitâno

Este Modelo que já tinha feito há algum tempo, e que gosto particularmente vai chamar-se Egitâno, numa referencia às magnificas terras raianas de Idanha (em particular Idanha a Velha) terra de que gosto muito e que vale sem duvida uma visita demorada...
No período Romano e sob o domínio dos Flávios 69-96 DC recebeu o titulo de Monicipio (Civitas Igaeditanorum).
Em Idanha a Velha ainda hoje é possível comprar adufes feitos por algumas mulheres da terra que teimam em tanger as peles e dar voz aos seus belos cantos, senhoraaaaa!.... senhoraaaa!!... do Almortão...
06 Fevereiro 2009
Black Suitcase

Pela primeira vez aventurei-me na construção de uma mala rígida em couro, como não consegui muita informação de como fazer, avancei fazendo e desfazendo.
Foi acima de tudo uma boa oportunidade para aprender mais um pouco.
Depois de tantos revezes foi muito bom ver o resultado Final.
Uma das coisas que mais gozo me dá é partir de um simples esboço e ver a metamorfose acontecer...
Medidas: 37cm x 31,5cm x 7cm
Ponta no ponto...
Um Mocho à espreita...

Se há coisa que gosto de integrar no meu trabalho é o acaso , foi isso que aconteceu nesta pequena bolsa 12cm x 8cm x 3cm feita de encomenda para levar tabaco de enrolar e as respectivas mortalhas.
Só já quando estava quase terminada me apercebi que fechando com a divisória das mortalhas para fora ficava evidente que ali espreitava um mocho...
16 Janeiro 2009
pela mão de Eva...
Se houver alguma coisa positiva em ser respigador compulsivo, é de vez em quando descobrir por entre as camadas de tralhas que se acumulam coisas que já nem sequer me lembrava, aconteceu assim com esta foto que tirei à D, pouco antes da entrada em cena para o mais um dos muitos espectáculos da " Teologia da Queda".
Para este espectáculo de dança Criado e sonhado por Luís Carolino para o Ballet Contemporâneo do Norte em 2003, entre outras coisas tive o grande privilegio de criar alguns adereços como é o caso desta prótese/jóia/armadura, usada na mão da personagem Eva após a sua queda...
14 Janeiro 2009
Xutacrise!!!

Comecei com estas botas a minha produção em 2009 e é com elas que desde já espero começar a chutar a crise capital que me servem como única opção de ementa para os próximos anos, depois de trinta e tal anos a ouvir falar sistematicamente em crise tirando é claro os Portugoasis Expo98 e Euro2004 vou definitivamente criar um modelo que ficara desde já baptizado como Xutacrise e tentar assim, neste pantanoso ambiente capitalizar a ideia, muito ao jeito do fantástico Final das «Aventuras de João Sem Medo » de José Gomes Ferreira em que o pequeno João sem Medo de tão farto das infinitas fadochoradeiras do seu povo resolve criar uma fábrica de fazer lenços, descobrindo assim as lágrimas dos ovos de ouro...
Le noir bourgeois...

Comecei o ano às voltas com mais uma burguesa, espero no verão começar a comercializa-las.
Por enquanto ando ainda a fazer experiências de materiais/formas/funções.
Neste Modelo as dimensões: 41cm x 32cm x 16cm são um pouco maiores do que a anterior e ao contrario daquela tem varias divisórias (5 ao todo) sendo que 2 são completamente fechadas por fechos zip, num dos separadores é utilizado uma faixa elástica com 20cm de largura a pensar sobretudo num computador.
Quase toda a mala é cosida à mão com linha de nylon ensebada.
Os preços para uma Burguesa vão andar entre os 200 e os 250€.
31 Dezembro 2008
Muito Bom Ano 2009!!!

Apesar da crise Capital, 2008 foi um ano bom para o projecto Machado que calma e maratonamente vai perseguindo os seus objectivos (fazer sapatos para quem quer ter os pés no chão e o coração nas nuvens) …
Nesta altura de balanço quero destacar e agradecer a entrevista (com tempo) que a jornalista Joana Fillol e o Fotografo Filipe Paiva me fizeram para a revista Visão nº 816 de Outubro 08, e pela qual lhes estou muito grato, ainda para mais porque foi feita apenas pela vontade jornalística deles em dar a conhecer o meu trabalho, que conheceram através do blog, aos dois um grande abraço.
Também á Rosa Pomar um grande abraço pela forma como promoveu o meu trabalho com as suas amplificadas e muito generosas palavras.
Por fim quero agradecer e desejar a todos aqueles que tem vindo a acompanhar este eco um muito Bom Ano 2009!!!.....9999…..9999….9999…..
30 Dezembro 2008
Le Bourgeois...
29 Dezembro 2008
melodias portuguesas...
27 Dezembro 2008
Botas no sapatinho
ainda do verão azul...

Também estas pontilhas vão para Espanha, mais concretamente para os pés de um dos membros da companhia de marionetas LA FINESTRA IMAGINÀRIA na verdade esta companhia é também uma família muito simpática e bem disposta, foi um grande prazer ter-me cruzado com eles na Viagem Medieval de Santa Maria da Feira este verão, espero que no próximo ano eles voltem pois nesta edição não tive a possibilidade de ver o seu trabalho, para eles um grande abraço.
http://www.lafinestraimaginaria.blogspot.com/
22 Dezembro 2008
Rosaflor

Mais umas pontilhas que vão para Espanha, já estavam encomendadas desde o verão mas só agora tive o momento e sobretudo a disposição para meter as mãos na massa (as vezes tenho que esperar por aquele momento...) este trabalho devido ao delicado processo de virar o bico não pode ser feito quando eu quiser.
Pé d'igualdade

Na verdade estas botas foram a 1º tentativa do modelo nº 170 que depois na 2º tentativa ficaram mais altas, como a zona do talão (parte de trás) estava muito apertada só mesmo um pé muito magro as poderia calçar, por isso deixei-as para traz e segui para outras....
Agora e depois de algum tempo em repouso terminei-as para a minha irmã M João a quem como a muitos outros elementos da família já tinha prometido umas Machado à algum tempo, ainda que estejam todos em pé de igualdade com uma família tão grande, a espera é mesmo obrigatória... mas compensatória pelo menos assim espero!!!
incidente cirúrgico com final feliz...
09 Dezembro 2008
cordorlandofonias...
Chão Rosa...

Nº 174
Depois de umas botas um pouco mais pequenas que o desejado, aqui ficam as botas da E que a Rosa pomar amavelmente fotografou (ainda não encontrei a minha máquina, por enquanto ando a cráva)
Aqui vai o meu público agradecimento à Rosa Pomar http://www.aervilhacorderosa.com/ pelo seu interesse e promoção do trabalho alheio...
Espero que a E esteja contente e desfrute as suas Machado ao máximo, agora que chove e há tantas poças apetecíveis para jogos aquáticos de equilíbrio sem rede.
Mais uma vez muito obrigado, desde ontem que as visitas no meu blog dispararam de uma forma avassaladora graças é claro ao teu estatuto de craftopinionmaker e fabulosa criadora.
Um grande Abraço.
05 Dezembro 2008
No país da Bota...
Bota pequena, rima com muita pena....
4º a DTO...
Pé coxinho...

Como já aqui escrevi, por norma não faço sapatos com correcções ortopédicas, mas há sempre algumas excepções sobretudo quando eu conheço as pessoas em causa como foi este caso.
A solução foi a criação de uns Patachata divertidamenteassimétricos, numa atitude completamente contra os clássicodeprimentes sapatos pretos de aleijadinho!





























